Episódio em que Pinky e Cérebro planejam dominar o mundo por meios jurídicos. A legenda não reproduz, necessariamente, o que as personagens falam, uma vez que foi feita para um trabalho de Filosofia do DIreito, com o tema "Realismo Jurídico Norte Americano", da Faculdade de Direito da UFMG. Idealizado por Valmerson Nunes e Matheus Miranda.
DIREITO & ARTE
sexta-feira, 8 de julho de 2011
GENIALIDADE DE CINEASTA BRASILEIRO
O cineasta Marcius Barbieri, no ano 2000 lançou o curta "o cego estrangeiro", nele é possível associar o verbo a imagem, além disso, se refletirmos um pouco mais, nos damos conta do impacto da leitura e de o quanto ela é importante.
domingo, 3 de julho de 2011
Thales Pan Chacon: O Daniel Boaventura De Ontem
Quando o assunto é musicais brasileiros logo vem em nossos pensamentos um nome: Daniel Boaventura, o ator, cantor e saxofonista que nos últimos nove anos vem ganhando espaço neste cenário, teve seu apice alcançado com o personagem Diogo da novela passione, pois foi nesse personagem que ele demonstrou todo o seu talento musical e chamou atenção do público, quem não o conhecia logo se deparou com uma potencia nos musicais brasileiros. Particulamente já conhecia o trabalho de Daniel Boaventura desde a época da montagem brasileira de a bela e a fera no ano de 2002, sem sombra de dúvidas foi um sucesso arrebatador que deu ao "barítono" a chave para protagonizar mais tarde os bem sucedidos chicago e my fair lady.
Não tirando o mérito de Daniel , mais para quem ama atores completos como eu, seria injusto esquecer de outro estrondo chamado Thales Pan Chacon, diferente de Daniel, Thales tinha características mais sensivéis e seu ponto forte não era cantar mais sim dançar ele mesmo preferia ser chamado de coreográfo.
Muita gente associa a imagem de Thales como galã de novelas tais como Helena e Fera Radical, mais pouco de fala de seu talento em musicais, ele tinha uma sensibilidade incrível, uma voz doce e um olhar tímido mais de muita valia.
Thales é de uma geração anterior a de Daniel, em sua época as apresentações eram mais simples não tinham todo aparato tecnológico e efeitos especias estrondosos como na montagem de a bela e a fera que para quem não viu pode ter a oportunidade de conferir em postagens feitas no youtube.
Thales foi para Bélgica e se tornou aluno do badalado professor Maurice Brejat, em seu retorno para o Brasil no início dos anos 80, participou da montagem de A chorus line de Walter Clark dentre tantos outros. Infelizmente Thales nos deixou em 1997, mais sua obra continua... abaixo é possível conferir Thales em A chorous line em 1982 ele é o terceiro rapaz a falar, outro ponto negativo é que quase não existe acervos gravados de Thales em musicais o que é UMA PENA!!! na cena abaixo ele não canta apenas faz uma fala inicial da apresentação que por sinal é bem humorada, a imagem é ruim (1982- VHS) mais vale a pena sentir pelo menos um pouquinho como esse talento era.
Não tirando o mérito de Daniel , mais para quem ama atores completos como eu, seria injusto esquecer de outro estrondo chamado Thales Pan Chacon, diferente de Daniel, Thales tinha características mais sensivéis e seu ponto forte não era cantar mais sim dançar ele mesmo preferia ser chamado de coreográfo.
Muita gente associa a imagem de Thales como galã de novelas tais como Helena e Fera Radical, mais pouco de fala de seu talento em musicais, ele tinha uma sensibilidade incrível, uma voz doce e um olhar tímido mais de muita valia.
Thales é de uma geração anterior a de Daniel, em sua época as apresentações eram mais simples não tinham todo aparato tecnológico e efeitos especias estrondosos como na montagem de a bela e a fera que para quem não viu pode ter a oportunidade de conferir em postagens feitas no youtube.
Thales foi para Bélgica e se tornou aluno do badalado professor Maurice Brejat, em seu retorno para o Brasil no início dos anos 80, participou da montagem de A chorus line de Walter Clark dentre tantos outros. Infelizmente Thales nos deixou em 1997, mais sua obra continua... abaixo é possível conferir Thales em A chorous line em 1982 ele é o terceiro rapaz a falar, outro ponto negativo é que quase não existe acervos gravados de Thales em musicais o que é UMA PENA!!! na cena abaixo ele não canta apenas faz uma fala inicial da apresentação que por sinal é bem humorada, a imagem é ruim (1982- VHS) mais vale a pena sentir pelo menos um pouquinho como esse talento era.
Dom João: um apaixonado pelas letras
Dom João é conhecido nos anais da história como um príncipe medroso e fujão, já que a sua vinda ao Brasil se deu por conta do bloqueio continental arquitetado por Napoleão Bonaparte. Pouco se fala que ao chegar no Brasil o então imperador, decidiu cultivar as grandes paixões da família real portuguesa : literatura e a música.
O Brasil tem como herança da era da família real não só o banco do Brasil e cia, mais também a real biblioteca localizada no Rio de Janeiro.
Sabe-se que os ascendentes do imperador eram ligados as artes como exemplo o primeiro rei da dinastia Bragança Dom João IV que era compositor. A real biblioteca em si possui um acervo riquissímo e secular, passando ela por diversas tragédias dentre elas um terremoto em 1855.
É possível encontrar na real biblioteca raridades como o primeiro exemplar de os lusiadas famosa obra de Camões datada em 1552.
Graças a imprensa régia, o acervo cresceu ainda mais na época da família real no Brasil, além disso, tal feito representou um marco para a imprensa do Brasil sendo a gazeta do rio o primeiro jornal do Brasil, vale ressaltar que nesse período no que tange a imprensa o correio braziliense já circulava pela colonia , mais era editado em Londres, o nascimento do primeiro jornal totalmente produzido no Brasil foi motivo de comemoração até mesmo para a oposição que era responsável pela edição do correio Braziliense o seu editor Hipólito da Costa publicou a seguinte frase: "tarde, desgraçadamente tarde mais enfim aparecem tipos no Brasil".
É muito bom saber essa qualidade do imperador pena que por outro lado não eram todas as pessoas que tinham o prazer de conhecer o mundo encantado dos "Livros reais" já que o acesso a educação era limitado, o que de certa forma não se difere de hoje, só que com interpretações distintas, pois infelizmente são poucos os que usufruem das bibliotecas públicas a disposição da população, é facíl encontrar livros empoeirados nas prateleiras ao mesmo tempo, é muito dificíl encontrar bibliotecas abarrotadas de amantes da literatura.
Que nós possamos tomar o exemplo de Dom João no que tange ao amor pela leitura.
O Brasil tem como herança da era da família real não só o banco do Brasil e cia, mais também a real biblioteca localizada no Rio de Janeiro.
Sabe-se que os ascendentes do imperador eram ligados as artes como exemplo o primeiro rei da dinastia Bragança Dom João IV que era compositor. A real biblioteca em si possui um acervo riquissímo e secular, passando ela por diversas tragédias dentre elas um terremoto em 1855.
É possível encontrar na real biblioteca raridades como o primeiro exemplar de os lusiadas famosa obra de Camões datada em 1552.
Graças a imprensa régia, o acervo cresceu ainda mais na época da família real no Brasil, além disso, tal feito representou um marco para a imprensa do Brasil sendo a gazeta do rio o primeiro jornal do Brasil, vale ressaltar que nesse período no que tange a imprensa o correio braziliense já circulava pela colonia , mais era editado em Londres, o nascimento do primeiro jornal totalmente produzido no Brasil foi motivo de comemoração até mesmo para a oposição que era responsável pela edição do correio Braziliense o seu editor Hipólito da Costa publicou a seguinte frase: "tarde, desgraçadamente tarde mais enfim aparecem tipos no Brasil".
É muito bom saber essa qualidade do imperador pena que por outro lado não eram todas as pessoas que tinham o prazer de conhecer o mundo encantado dos "Livros reais" já que o acesso a educação era limitado, o que de certa forma não se difere de hoje, só que com interpretações distintas, pois infelizmente são poucos os que usufruem das bibliotecas públicas a disposição da população, é facíl encontrar livros empoeirados nas prateleiras ao mesmo tempo, é muito dificíl encontrar bibliotecas abarrotadas de amantes da literatura.
Que nós possamos tomar o exemplo de Dom João no que tange ao amor pela leitura.
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